As internações por conta de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus H1N1 dispararam na cidade de São Paulo. Segundo levantamento do SP1, foram 330 casos no primeiro semestre de 2018, contra 15 ao longo de todo o ano de 2017.
Apesar do aumento dos casos, a campanha de vacinação ainda não atingiu a meta de imunização. Veja onde se vacinar em São Paulo.
Os sintomas da gripe H1N1 são muito semelhantes ao da gripe comum, só que repentinos e mais intensos, como febre alta, tosse seca e dores pelo corpo. Caso não seja tratada, a doença pode evoluir rapidamente para complicações, como pneumonia – por isso é importante o diagnóstico precoce para iniciar o tratamento e evitar sua transmissão a outras pessoas.
O pico do registro de casos de complicação por causa do vírus ocorreu em maio, quando 196 pessoas foram internadas com a síndrome. Em maio de 2017, haviam sido somente dois casos.
Segundo a infectologista Maria Luísa Moura, “pessoas que têm problemas pulmonares, pessoas que têm problemas cardiovasculares, crianças abaixo de cinco anos e gestantes têm um risco maior de complicações”.
Segundo a coordenadora do Programa de Imunização da Prefeitura, em 2018 o H1N1 só começou a circular mais intensamente em maio, o que explica a procura tardia pela vacina e o maior número de casos.
“Chama atenção as crianças, só com 58% [delas] vacinadas e gestantes com 54% [de imunização].”
Além da capital, o estado de São Paulo também registrou adesão baixa de grávidas e crianças à campanha de vacinação contra a gripe. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a taxa de imunização desses grupos ficou em 70%.













































































