Rafaela Silva disputa sua terceira Olimpíada e, em um total de nove combates, jamais sofreu um golpe que tenha rendido pontuação; após duas vitórias por Ippon, carioca disputa semi nesta segunda
Classificada para a semifinal das Olimpíadas de Paris na categoria até 57kg, Rafaela Silva manteve, com duas vitórias, uma inusitada invencibilidade: jamais sofreu qualquer golpe que tenha rendido uma pontuação em três participações olímpicas. Nos Jogos de Londres 2012, foi desclassificada nas oitavas de final quando vencia a luta e executou uma pegada ilegal (entenda mais abaixo). Nos Jogos do Rio de Janeiro, cinco vitórias para a medalha de ouro, sem ser derrubada nenhuma vez. E, em Paris, alcançou a semifinal com duas vitórias tranquilas por Ippon.
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A história olímpica de Rafaela Silva começou em Londres 2012. Após uma luta fácil na primeira rodada contra a alemã Myriam Roper, foi eliminada nas oitavas de final diante da húngara Hedvig Karakas. A questão é que a rival não precisou derrubar a brasileira para vencê-la. Rafaela vencia a luta por Waza-Ari, quando foi desclassificada por uma pegada ilegal.
Nos Jogos do Rio, veio a reviravolta. Rafaela foi campeã olímpica com cinco vitórias em cinco jogos, sem sofrer nenhuma pontuação. Na época, eram três tipos de pontuações: Ippon, Waza-Ari e Yuko. A partir daquele ano, o judô mudou a regra e passou a contabilizar apenas Waza-ari e Ippon.
A carioca não participou dos Jogos de Tóquio pois estava suspensa por dois anos por um caso de doping. Voltou da punição em 2022, foi campeã mundial, e nesta segunda-feira briga por medalhas a partir das 12h (de Brasília).

















































































